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sexta-feira, 26 de maio de 2017

SITUAÇÃO VOLUMÉTRICA DOS RESERVATÓRIOS DAS HIDRELÉTRICAS DA CHESF


Meus Prezados,
Seguem as dificuldades de gerenciamentos volumétricos das represas de Sobradinho e de Três Marias. Maio é mês de início da quadra de estiagens na bacia do São Francisco, com o rio apresentando baixos volumes e com um agravante adicional: a existência de importantes retiradas volumétricas através do projeto da transposição de suas águas.

A Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco encerrou o período chuvoso, com as represas reguladoras de vazão e, também, geradoras de energia, com seus volumes muito baixos. Com o encerramento da quadra chuvosa, as represas de Três Marias e, agora, Sobradinho começaram a depreciar suas capacidades acumulatórias. Três Marias, por exemplo, está com uma afluência de 73 m³/s e uma defluência de 263 m³/s, esse fato resultou na redução de seu percentual volumétrico, passando de 31,41%, da semana anterior, para 30,83%, na atual. Já Sobradinho está com uma afluência de 388 m³/s e uma defluência de 755 m³/s, fato que reduziu o seu percentual volumétrico de 14,77%, da semana anterior, para 14,27%, nessa semana. Pereira Bode Velho, alerta para a rápida diminuição volumétrica de Sobradinho (ver gráfico abaixo). Os baixos volumes atuais do Rio São Francisco e, também, dos reservatórios das regiões Centro Oeste/Sudeste (41,29% - 18/05/2017), são o principal motivo do acionamento das termelétricas na geração de energia do País, em socorro às hidrelétricas. Esse fato resultou no aumento nas tarifas de eletricidade do usuário da energia, estando, atualmente, operando em bandeira vermelha.  Para o agravamento desse caótico quadro, o projeto da transposição continua interferido de forma negativa, com retiradas volumétricas significativas, para o atendimento das demandas hídricas da região Setentrional nordestina. A exploração descontrolada das águas subterrâneas nos aquíferos (Urucuia e outros) e, agora, na região do Submédio São Francisco, com o projeto da transposição, também têm interferido nas reduções das vazões do rio. Esse fato, provavelmente, está acontecendo ao longo de toda bacia do rio São Francisco (vide gráficos de Pereira Bode Velho, abaixo). A natural redução de chuvas na região tornará mais difícil à recuperação, tanto da represa de Três Marias, como de Sobradinho, até o final do ano em curso. Preocupada com isso, a ANA emitiu nota estabelecendo a redução das defluências, em ambas represas.  As fracas ou mesmo inexistentes precipitações resultaram, nessa semana, em um cenário hidrológico preocupante, com as vazões nos postos de observação da Chesf muito baixas, porém estáveis: no posto de São Romão, que na semana anterior estava com 417 m³/s, passou, nessa semana, para 410 m³/s. No de São Francisco, que na semana anterior estava com 371 m³/s, passou para 349 m³/s; no de Bom Jesus da Lapa que estava com 542 m³/s, passou para 483 m³/s e no de Morpará, que na semana anterior estava com 588 m³/s, agora está com 548 m³/s, respectivamente. A afluência volumétrica na represa de Sobradinho permaneceu inalterada nos 388 m³/s. A defluência da represa permaneceu estável, passando de 753 m³/s, da semana anterior, para 755 m³/s nessa semana. Opercentual volumétrico de Sobradinho começou a cair. Na semana anterior haviam sido registrados 14,77% de seu volume útil. Na atual está com 14,27%. A barragem continua com o seu percentual volumétrico com cerca da metade do que aquele verificado em igual período do ano anterior (atualmente 14,27% - ano anterior 28,40%).

Uma curiosidade: em 2015, ano no qual a represa de Sobradinho alcançou, no mês de novembro, 1% de seu volume morto, no dia 22/05 daquele ano, a represa apresentava percentual volumétrico de 21,20%. No dia 19/05 de 2017, Sobradinho está com 14,27%, um fato preocupante tendo em vista o atual cenário de desidratação existente em toda bacia do rio. Portanto, o alcance do volume morto de Sobradinho, em 2017, é um fato concreto.

Na semana (19/05), o quadro atual de penúria hídrica vem trazendo reflexos negativos ao projeto da transposição. As águas do Velho Chico estão chegando, na represa de Boqueirão, em volumes muito reduzidos (estima-se em cerca de 1,5 m³/s, apenas), o que obrigou as autoridades a divulgarem nota esclarecendo o atraso para o encerramento do racionamento de água, na cidade de Campina Grande. Houve, também, incertezas da chegada da água nas torneiras dos municípios atendidos pelo projeto, motivando, inclusive, a população de Monteiro, na Paraíba, a protestar pela falta d´água na localidade, exigindo providências junto ao governo estadual, para as soluções cabíveis. É importante observar, também, que a continuidade das baixas defluências de Sobradinho (755 m³/s) vem agravando o quadro da progressão da cunha salina na foz do rio (ver a excelente análise de José do Patrocínio Tomaz Albuquerque, abaixo). Existem relatos de pescadores que estão capturando peixes de hábito marinho na região do Baixo São Francisco. A cunha salina tem trazido, também, certos transtornos no abastecimento do município alagoano de Piaçabuçu, que tem servido à população uma água de péssima qualidade, com elevados teores de sais (água salobra). Em igual situação vivem 70% da população de Aracaju, que são abastecidos com as águas do Rio São Francisco, por intermédio de uma adutora, em Propriá, município sergipano localizado em sua margem direita, a cerca de 60 km da foz.

Com a chegada do período de estiagem na região, é ficar na torcida para que as medidas sugeridas pela ANA, de redução das vazões de Sobradinho e Xingó, surtam os efeitos esperados, a fim de que os volumes do Velho Chico voltem a ser utilizados dentro da normalidade esperada. Para tanto, continuaremos atentos para as questões das defluências de Sobradinho (755 m³/s) e, agora, de Três Marias (263 m³/s), pois houve determinação das autoridades do setor, para que essas defluências ficassem estabelecidas em patamares da ordem de 700 m³/s e 160 m³/s, respectivamente, conforme divulgadas na mídia e atualmente praticadas, inclusive com acréscimos naqueles emitidos por Três Marias.


Abraço

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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HOMENAGEM A ALCINO ALVES COSTA - ( VÍDEO )

https://www.youtube.com/watch?v=x_i8ad-kCzM

No próximo dia 17 de junho, data em que Alcino Alves Costa estaria completando 77 anos, o Memorial Alcino Alves Costa promoverá a “Exposição Alcino Vive: A Obra e a História”. Os eventos serão realizados defronte o Memorial e constarão de exposição de painéis, palestras e outras atrações. Desde já solicitamos aos amigos, patrocinadores e à administração municipal, que colaborem para a contratação de sanfoneiros e violeiros. Acreditamos ser uma justa homenagem àquele que viveu para colocar Poço Redondo no mais alto pedestal do reconhecimento histórico e cultural, e todo o sertão na sua devida valorização. Mesmo que muitos façam de conta que não, mas ALCINO VIVE! Todo o Nordeste - senão o Brasil - reconhece. E Poço Redondo precisa reconhecer muito mais.

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta
Grupo: Lampião, Cangaço e Nordeste
Link: https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=649990508543230%2C649962505212697&notif_t=group_activity&notif_id=1495743252712411

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quinta-feira, 25 de maio de 2017

LAMPIÃO COMUNISTA (?)

Por Junior Almeida

Sobre o maior cangaceiro de todos os tempos, alguns conceitos são bem variados. A maioria acha que Lampião foi bandido, outros, no entanto afirmam que Virgulino foi um herói. Lampião foi herói e foi bandido, dependendo o lado da história em que se estava. Perguntaram certa vez ao coronel Audálio Tenório, de Águas Belas, Pernambuco, amigo e coiteiro do cangaceiro, como ele definia Lampião. O potentado respondeu sem pestanejar, demonstrando toda a sua admiração pelo Rei do Cangaço. Disse ele:

-Lampião era um homem extraordinário, um homem de uma [grande] resistência, dos nervos de aço. Um monstro, uma fortaleza, homem de uma delicadeza sem igual com os companheiros.

Ainda da região Agreste de Pernambuco, coronel Zezé Abílio, de Bom Conselho, também era amigo de Virgulino, portanto para ele o cangaceiro teria sido um herói. Em alguns casos, para alguns Lampião foi herói e depois bandido, em curto período de tempo. Foi o caso dos coronéis Petro, da Bahia, Zé Pereira, de Princesa Izabel, na Paraíba, além de Izaías Arruda no Cariri cearense.

Esses eram amigos do cangaceiro, e o tinham como herói, afinal lucravam com essa amizade, mas tendo rompido com Lampião, e só depois disso, Virgulino passou então a ser para eles um perigoso bandido. O coronel do Ceará, por sinal, pagou com a vida o “desentendimento” com Lampião, seu ex-amigo e seu ex-herói. Zé Pereira e Petro escaparam da ira do cangaceiro, mas tiveram inúmeros prejuízos por conta da rixa com Lampião.

Ao contrário dos admiradores de Lampião, existiram os que não só o tinham como bandido cruel, como destemidamente o combatia. É o caso dos nazarenos. Qualquer pessoa de Nazaré do Pico, distrito de Floresta, Pernambuco, dos antigos que se empenharam na luta ao banditismo, ou mesmo seus descendentes e moradores atuais, dificilmente alguém tenha dito que Lampião foi um herói.

*Foto da capa do livro "Lampião, seu Tempo e Seu Reinado, de Frederico Bezerra Maciel.

Padre Frederico Bezerra Maciel, glamourizou muitos dos atos do cangaceiro, muitas vezes com relatos de ações que ninguém ouviu falar e até mesmo de sicários que nunca existiram. Padre Frederico através de suas palavras transformou, para muitos, Lampião em herói.

Já disseram também que Lampião teria sido uma espécie de Hobin Hood, aquele lendário personagem inglês que roubava dos ricos para dar aos pobres, quando na verdade, quem tem alguma noção do que foi o cangaço, sabe que era justamente ao contrário. Herói, bandido, e até como revolucionário já descreveram Lampião, só faltando, porém, descrever a causa da sua revolução, mas a descrição mais curiosa que fizeram de Virgulino Ferreira da Silva foi de que ele era comunista. Isso mesmo. Comunista, daqueles sempre associados a anti-cristos, invasores de terras e até comedores de criancinhas.

Frederico Pernambucano de Mello, citando o jornal Gazeta de Notícias de 26 de agosto de 1936, nos conta em seu “Estrelas de Couro a Estética do Cangaço”, que “o secretário do Interior e Justiça do Ceará, Martins Rodrigues, membro da poderosa Liga Eleitoral Católica, a LEC, movimento direitista simpático ao governo, em visita à cidade de Juazeiro do Norte no mês de agosto de 1936, em discurso às lideranças locais, disse com ares de mistério que tinha consultado ‘certos documentos’ no Rio de Janeiro, que lhe permitiam sustentar que os dirigentes do extremismo vermelho não tinham escrúpulos de lançar mão de todos expedientes e elementos, até mesmo de cangaceiros como Lampião, para serviço de seus sinistros planos.”

Como podemos perceber nas declarações à imprensa do ilustre secretário, para ele Lampião era um comunista a serviço da esquerda brasileira e, portanto os católicos da direita, inimigos naturais dos comunistas, deveriam se precaver contra o avanço da dita “praga”.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/permalink/649962505212697/

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MUCUNÃ

Clerisvaldo B. Chagas, 25 de maio de 2017
Escritor Símbolo do Sertão de Alagoano
Crônica 1.676

Quando menino, ouvi muito falar da mucunã. Conheci inúmeros tipos de mato da caatinga, mas como não morava no Alto Sertão, deixei de conhecer algumas espécies vegetais que não aparecem no chamado Sertão Médio, onde fui nascido e criado. Sempre que precisávamos de mato medicinal que não havia em nossa região, encomendávamos aos que sempre viajavam para o alto onde havia a mucunã e a sacatinga, por exemplo. Mas estou me referindo a planta em si, porque aqui, acolá apareciam em nossa cidade, às sementes de mucunã também denominadas olho de boi.


Como brinquedo natural, nunca vi nada mais bonito e forte igual à semente de mucunã. Na verdade, nem me lembro como brincávamos com o olho de boi. Com a castanha, sim. Saímos pela rua poeirenta jogando uma às outras. O pinhão de goiabeira ou industrializado a que chamávamos de pinhão de praça, o ioiô e a ximbra também vindos da indústria nos causavam grande alegria.
Quando deixei essa crônica em repouso para a publicação, o amigo Daniel falou sobre a égua Mucunã do seu avô. Coincidência. Puxei a crônica e estou editando.
O que ouvíamos falar muito naquela época, era sobre as secas brabas de 1932 e 1915 em que o povo, diziam, comia até farinha de mucunã. E como a semente era considerada venenosa, representava um risco de vida mais evidente de que a seca.
Somente agora pela Internet vim a conhecer um pé de mucunã: planta trepadeira de flores roxas, vargens peludas e urticantes que produzem quatro ou cinco sementes de olho de boi.
Ah! Dizem alguns artigos curtos sobre a mucunã que ela é afrodisíaca, cura isso, cura aquilo e aquilo outro e, eu fico me perguntando se é o mesmo olho de boi que precisava lavar em sete águas para usar como alimento!
De qualquer maneira “não quero corja” nem com a mucunã braba do sertão, nem com a bestinha manhosa do avô de Daniel.


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TEMER JÁ DITA A DITADURA

*Rangel Alves da Costa

Tristes tempos, mas é verdade: Temer já está ditando uma ditadura. Quando ele afirmou aos brados, em cadeia nacional, bem ao estilo dos arrogantes tiranos, que “Não renunciarei!”, já estava sinalizando o que seria capaz de fazer para se manter no poder. E desde os últimos dias que o governo Temer, através do Departamento de Produção e Divulgação de Imagem da Presidência da República, vem tentando impedir que memes (montagens humorísticas a partir de fotografias) sejam produzidos a partir de qualquer foto do presidente.
Isso é censura explícita, algo impensável num regime democrático e num Estado de Direito. Censura que bem lembra Vargas e o seu Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), que bem lembram os generais do Golpe de 64 e suas botinas massacrando as liberdades. E nesta quarta-feira, ao decretar o uso das Forças Armadas, basicamente o Exército, contra manifestantes, então deixou claro que não haverá limites na sua ação.
Com bem acentuou um senador, se este governo não sustenta, não serão as Forças Armadas que irão sustentar o governo. Certamente que não será colocando armas amedrontadoras nas ruas que o governo irá refrear os descontentamentos da população nem diminuir sua participação nos últimos acontecimentos da delação. O desespero governamental não pode e nem deve ser acobertado por truculências nem pela mão de ferro da incoerência. No trotar dos fatos, logo virão os cerceamentos a todo tipo de manifestação, a censura aos órgãos informativos e a redução das liberdades ao crivo das ordens brutais, ferinas, das chibatas e dos açoites.
As repercussões das recentes medidas foram as mais desfavoráveis possíveis ao governo Temer. Utilizar-se da própria Presidência da República para inibir que a imagem pessoal de Temer - ou mesmo sua imagem enquanto governante - seja utilizada em memes é uma clara tentativa de proibir as liberdades de manifestação. Após o advento da internet e da divulgação das imagens humorísticas produzidas, nenhum governante procurou coibir de forma tão dura e veemente a divulgação de tais peças. Somente agora com Temer a mão de ferro bate sobre a mesa e diz o que é proibido ou não fazer. É a ação algoz e autoritária de um governo que perdeu sua razão de ser e agora ataca para se manter no poder a todo custo.



Já com relação à utilização do Exército para, em nome da ordem pública, conter as manifestações populares, a atitude governamental gerou críticas até mesmo de aliados. Um ministro do STF afirmou estar estupefato com tal medida. Os sites informativos reproduzem os descontentamentos e as palavras de juristas, e quase todos no sentido de confirmar exageros nas medidas, acentuando que por trás disso tudo há uma tentativa do governante se manter no poder através da força. Segundo um especialista, afeiçoa-se a um verdadeiro Golpe de Estado uma medida tão truculenta levada a efeito por um governo que já não se sustenta na legitimidade. Já outro afirmou que a medida pode ser entendida como um ato de exceção, autoritário, proveniente de um governo afundado pelos recentes acontecimentos.
A militarização do governo faz lembrar a militarização do regime. Assim aconteceu em 1964 e ninguém mais aceita que a democracia seja novamente enclausurada depois de tanta luta para a sua retomada. O sangue de muitos teve de jorrar para que novamente o Brasil conseguisse alcançar seus tempos de liberdade, de democracia e de esperança. O Brasil não se afeiçoa mais a uma republiqueta de bananas nos moldes de algumas ainda existentes no continente latino-americano. A luta do povo para a redemocratização não pode agora ser ameaçada como escudo pelos malfeitos do governante.
E pensar que mesmo na dor chegaríamos ao futuro, eis que os retrocessos fecham as portas e janelas e nos deixam na escuridão do medo e do terror governamental. E o medo maior é que não restem mais flores no jardim das liberdades nem sorriso bom de qualquer esperança. Medo que não restem mais nem o verbo da contestação nem o grito contra o mal do mundo, que é todo e qualquer governante que tenta se impor e se manter pela força. Como dizia o poeta: Ninguém precisa de morte se o próprio governante é sua má sorte!

Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com

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LIVRO “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO”

Por Antonio Corrêa Sobrinho

O que dizer de “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO”, livro do amigo Ruberval de Souza Silva, obra recém-lançada, que acabo de ler, senão que é trabalho respeitável, pois fruto de muito esforço, dedicação; que é texto bom, valoroso, lavra de professor, um dizer eminentemente didático da história do banditismo cangaceiro na sua querida Paraíba. É livro de linguagem simples, sucinto e objetivo, acessível a todos; bem intitulado, pontuado, bem apresentado. E que capa bonita, rica, onde nela vejo outro amigo, o Rubens Antonio, mestre baiano, dos primeiros a colorizar fotos do cangaço! A leitura de “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO” me fez entender de outra forma o que eu antes imaginava: o cangaço na terra tabajara como apenas de passagem. Parabéns e sucesso, Ruberval!

Adendo: José Mendes Pereira

Eu também recomendo aos leitores do nosso blog para lerem esta excelente obra, e veja se alguns dos leitores  possam ser parentes de alguns cangaceiros registrados no livro do Ruberval Souza.

ADENDO -  http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Entre em contato com o professor Pereira através deste 
e-mail: 
franpelima@bol.com.br

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JOÃO PESSOA, ANTES E DEPOIS DO HOTEL TROPICAL TAMBAÚ.

 Por Jerdivan Nóbrega de Araújo

Hotel Tropical Tambaú foi construído nas areias da praia de Tambaú, zona leste, litoral de João Pessoa, na década de 1970. 


Seu formato arredondado chama a atenção de quem passa, e se tornou um dos símbolos e cartões postais da cidade. O projeto arquitetônico é assinado por Sérgio Bernardes.


Foi uma obra estatal, que teve início no governo João Agripino e foi concluído no governo Ernani Sátiro. 


Depois de construído.o governo do Estado vendeu o equipamento à Companhia Tropical de Hotéis, sem concorrência, licitação ou concorrência pública.

A inauguração aconteceu na noite do dia onze de setembro de 1971.

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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AS FERRAMENTAS DO CANGAÇO

Por Soares Sousa

Evidente que o bando comandado pelo Capitão Virgulino se tornou ainda mais letal em suas ações a partir da obtenção de armas de ponta (modernas) para a época, presenteadas pelo Estado na cidade de Juazeiro. 


Conforme os dados colhidos através das fontes pesquisadas, foi possível identificar algumas das principais armas que fizeram parte do cotidiano da guerra na caatinga. Sendo que muitas delas eram utilizadas tanto por volantes como por cangaceiros. A seguir listamos aquelas que mais são vistas em fotos e vídeos da época ou descritas nas pesquisas (livros) pertinentes e confiáveis sobre o tema.


"... a grande mudança ocorrida com as armas foi sem dúvida a invenção da arma de fogo. Tecnicamente, as armas de fogo chamam-se “mecanismos de arremesso pirobalísticos”. 


Isto significa que a arma de fogo arremessa um projétil usando como fonte de energia um artifício pirotécnico. A explosão da pólvora, ou do propelente usado. 


A arma de fogo foi uma grande revolução tecnológica, que reflete mudanças profundas que estavam ocorrendo na sociedade europeia da Baixa Idade Média. 



Seu princípio de funcionamento é bastante simples dentro de um tubo, fechado numa das extremidades, coloca-se uma substância explosiva qualquer. Por tal substância é posto um projétil, e o tubo é apontado em direção ao objeto ao qual se quer atingir." Danielle Soares Leandro Rosendo


Fonte: facebook
Página: Renilson Soares

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ANALISE A FOTO, ABAIXO, E RESPONDA.

Por Voltaseca Volta

Uma das funções da Fotografia da História é a historicidade de uma foto, com as suas fontes, datas, local, fotógrafo, e contexto histórico.etc... Nem sempre conseguimos todas as referências, para ter uma precisão maior em sua veracidade histórica, contudo nesses casos, pedimos ajuda daqueles que estão sempre curtindo as fotos aqui postadas.

ANALISE A FOTO, ABAIXO, E RESPONDA.

1º) Quem são os dois cangaceiros enumerados( nºs 1 e 2) ?

2º) Que OBJETO Lampião tem sobre suas pernas e, está identificado com o nº 3../seta ?

3º) Analise a "cena" e, diga, na sua opinião, o que Lampião está fazendo ?

4º) Essa foto tem algumas particularidades "ESPECIAIS". Tente identificar algumas .!

Foto: Revista O Cruzeiro / Benjamin Abrahão..;

Fonte: facebook
Página: Voltaseca
Grupo: Lampião, Cangaço e Nordeste
Link: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=678114265723884&set=gm.649501028592178&type=3&theater

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NO DIA 27 DE MAIO DE 2017, HAVERÁ A 1° CORRIDA BENEFICENTE DA FAEF - UERN, COM O OBJETIVO DE CONTRIBUIR COM A DOAÇÃO DE ALIMENTOS PARA O INSTITUTO AMANTINO CÂMARA.


No dia 27 de maio de 2017, haverá a 1° Corrida Beneficente da FAEF - UERN, com o objetivo de contribuir com a doação de alimentos para o Instituto Amantino Câmara. A Corrida será realizada na AV. Prof. Antônio Campos - Pres. Costa e Silva, em Mossoró-RN (em frente ao Campus Central da UERN); com o percurso de 5KM, sendo dada a largada as 16:00hrs. 

Para realizar a INSCRIÇÃO, é necessário APENAS 1 KG DE ALIMENTO, podendo ser feita na FAEF-UERN ou no dia e local da prova (até as 15:00hrs). A prova terá premiações do 1° ao 5° colocado, em ambas categorias (feminina e masculina). PARTICIPEM, não é necessário ser corredor/atleta para participar do evento, pois o mesmo tem como principal objetivo ajudar a quem precisa, logo então, quanto mais pessoas abraçarem a causa, maior será a ajuda para a instituição. Chamem seus familiares, amigos, conhecidos, amantes da corrida e afins. Contamos com a ajuda de vocês.

Desde já, agradecemos aos patrocinadores que estão contribuindo para o processo de efetivação do evento:

Casa dos Rolamentos - 3321-3385
Central Cred - 3314-0395
Corpus Academia - 98889-2524/98874-5848
CrossFit Mossoró (CT786) - 98887-7213
G A Restaurante - 3317-2979
GR Sports - 3317-2979
I.G. Produtos Agrícolas
Mercadão das Malhas - 3321-1379
Passos de Criança - 3314-9146
Sal Estrela do Mar - 3061-2243
S.R Cosméticos 3312-7043

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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ALUNOS DO CURSO DE GEOGRAFIA DA UERN REALIZARÃO ATIVIDADES EM COMEMORAÇÃO AO DIA DO GEÓGRAFO (29 DE MAIO).


Em comemoração ao dia do Geógrafo (29 de maio) o Centro Acadêmico Mirian Gurgel Praxedes do curso de Geografia da UERN realizará uma atividade festiva no Parque Municipal Mauricio de Oliveira. A atividade acontecerá na segunda-feira 29 de maio de 2017 com inicio ás 08:00h da manhã. A programação prevista será composta por diversas atividades, inicialmente será realizada uma palestra e a apresentação do trabalho de conclusão de curso de um aluno da Geografia cujo alvo do estudo foi o Parque Municipal, logo após os participantes realizarão uma trilha ecológica com distancia de cerca de 1 km. Para finalizar as atividades haverá uma reflexão sobre a importância e o papel do Geógrafo para a sociedade, seguida de um piquenique onde cada participante levará um alimento para compartilhar com seus colegas.

Att: Anderson Mikael de Souza Silva

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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A HISTÓRIA DE CORISCO E DADÁ

Adalto Silva
https://www.youtube.com/watch?v=hVXNYWabaMQ&feature=youtu.be

Em 25 de maio de 1940, há exatos 77 anos atrás, cristino gomes da Silva Cleto o chefe cangaceiro Corisco, é baleado em território baiano. na madrugada do dia seguinte, 26 de maio de 1940, no lastro da carroceria de um caminhão, vai a óbito.

A história de Corisco e Dadá
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VÍDEO...COMBATE DA SERRA GRANDE - PARTE 1 E 2

https://www.youtube.com/watch?v=A2_61Q51p8g

Publicado em 10 de jun de 2013
Este Vídeo Mostra o Verdadeiro Local do Combate da Serra Grande, Nele Veremos que Tudo Aconteceu No Município de Calumbi, e Não e Serra Talhada Como Se Pensava.

Pesquisador - Lourinaldo Teles.
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HOJE COMPLETAM CINCO ANOS QUE ANATÁLIA CRISTINA QUEIROGA PEREIRA FALECEU

Por José Mendes Pereira

Hoje, 25 de maio de 2017, completam 5 anos que a Acadêmica de Direito Anatália Cristina Queiroga Pereira faleceu. Ela estava no último período de Direito e o seu sonho era ser juíza. 

Conheça a Anatália Cristina Queiroga Pereira clicando nos links abaixo:

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2012/05/direito-que-anathalia-cristina-queiroga.html

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/2012/11/ultimo-dia-da-semana-dedicada-anathalia.html

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JOÃO PESSOA: A BELEZA VIRANDO LIXO. (ESQUINA DA GENERAL OSÓRIO COM A PEREGRINO DE CARVALHO ).

Por Jerdivan Nóbrega de Araújo

(Esquina da General Osório com a Peregrino de Carvalho)

Construída em 1875 para ser a Escola Normal, depois Biblioteca Pública(O Tribunal de Justiça da Paraíba também Funcionou aqui por 22 anos), hoje é um prédio abandonado no coração da cidade antiga de João Pessoa. 

Podia ser aproveitado para repartição pública, substituindo prédios alugados pelo Estado ou Município.


Jerdivan Nóbrega de Araújo


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